segunda-feira, 27 de abril de 2015

Alfabetização

Erros ortográficos na alfabetização

ALFABETIZAÇÃO



A alfabetização é um processo que exige muito talento do professor alfabetizador e muita disciplina por parte do aluno, que nessa fase é uma criança, com 6 ou 7 anos e seus objetivos são centrados em brincadeiras, desenhos,jogos (principalmente aqueles que tem acesso à tabletes, vídeo-games ...). O processo de alfabetização gera nos pais uma angústia quando seus filhos, escrevem as palavras com as letras trocadas, conforme vemos abaixo. É necessário ficar atentos á esses erros e corrigi-los, desde que a criança já tenha tido conhecimento e que tais normas tenham sido dadas anteriormente.
Este artigo é super interessante e dá uma noção exata do que falei ...

Leiam e entendem o processo de alfabetização e o tempo que cada criança tem para assimilá-lo.
Valorizem  o hábito da leitura, incentivem a criança a querer aprender. Esta é uma  das chaves para  o sucesso deste processo.
A ansiedade dos pais, para que seus filhos escrevam e leiam corretamente, pode causar um tremendo bloqueio no filho e lembrem-se de que a escola, seja qual for o método de ensino ( hoje a maioria usa o construtivismo), deve ter pleno conhecimento de como administrar e corrigir estas falhas.
Vamos então ao artigo que separei para vocês....
Um abraço,
Sylvia Maria                                                                     

              Caxoro, páçaro e os problemas da alfabetização
Se a língua é o patrimônio de um povo, nossas crianças são despossuídas: só 20% delas terminarão o ensino médio dominando plenamente a leitura e a escrita

Foto: Fábio Mangabeira
É preciso prestar atenção aos erros ortográficos dos pequenos desde cedo


Quando a engenheira Marília, de São Paulo, lia as lições de casa da filha, então no 2o ano do ensino fundamental, entrava em pânico: uma sucessão de erros ortográficos, como "páçaro" "caxoro", "caza", letras invertidas, frases que iniciavam sem letra maiúscula e nenhuma pontuação. O pior, para ela: nenhuma observação da professora indicando o erro ou pedindo correção. A mãe chorava, sentindo um misto de fracasso, indignação e medo pelo futuro da filha, no qual investia tanto, tendo escolhido para ela uma escola de elite.




O nome é fictício, mas a situação é real e comum. Sem compreender as linhas metodológicas que influenciam o trabalho de alfabetização, tampouco bem explicadas pelas escolas, e assustados pelas estatísticas alarmantes - só 20% dos indivíduos com ensino médio completo são considerados plenamente alfabetizados, segundo o Instituto Paulo Montenegro, ligado ao Ibope -, os pais veem nos erros ortográficos os primeiros sintomas de uma doença fatal na sociedade do conhecimento: a incapacidade de ler e escrever corretamente.

A língua é um patrimônio cultural que une e identifica um povo, e o domínio da norma culta é marca de diferenciação social, sinal de boa formação e inteligência. Por isso, é compreensível que esse seja um ponto tão sensível para os adultos. Contudo, é preciso calma para compreender um problema de muitas faces. Uma delas é a própria lacuna de expectativas entre o que os pais esperam da alfabetização dos filhos e o que preconizam as modernas tendências do ensino de português.

Para Luiz Prazeres, mestre em linguística pela UFMG, um dos especialistas que elaboraram as bases do Sistema de Avaliação do Ensino Básico (Saeb), a confusão começa quando se entende o ensino de língua materna no Brasil como o ensino da língua como um todo. "Os pais consideram que um aluno é brilhante em língua portuguesa se ele conhece as regras gramaticais e sabe conjugar verbos em todos os tempos e modos. No entanto, o ensino hoje está voltado para a língua como instrumento de comunicação, direcionado para o entender e se fazer entender em situação real de fala, leitura e escrita."

Evidentemente, o foco na expressão e na compreensão não tem de implicar o abandono dos aspectos formais do idioma. É dever da escola preparar os alunos para utilizar a língua portuguesa nas mais diversas situações - seja em um bate-papo no MSN, seja em uma carta a uma autoridade. Segundo Prazeres, a linguagem deve ser vista como uma exigência social, assim como a roupa que se usa, de acordo com o lugar a que se vai: na piscina, roupa de banho; no trabalho, roupa mais discreta. A preocupação em formar leitores e escritores fluentes faz com que o ensino dos aspectos formais acabe ficando em segundo plano no processo inicial de alfabetização - algo difícil de compreender para os adultos de hoje, acostumados com o peso da caneta vermelha do professor desde os primeiros passos na escola.


Aprender por mágica
O conflito de visões se acentuou com a disseminação das orientações construtivistas nas escolas. O construtivismo não é um método de ensino, mas uma concepção teórica que trouxe, entre outras proposições, a noção de que o conhecimento é construído pelos alunos com base no confronto entre o próprio repertório de ideias e experiências e o ambiente. Na alfabetização, isso implica reconhecer que desde cedo as crianças têm contato com as palavras e imaginam como se formam.

Há uma sequência comum a todos, como explica a pesquisadora Andréa Luize, do Núcleo de Práticas de Linguagem da Escola da Vila, em São Paulo: primeiro, a criança descobre que palavras e desenhos são diferentes; depois, que as palavras são feitas de símbolos, que precisam existir em variedade e quantidade; mais à frente, que há correspondência entre sons e símbolos; e assim por diante. O professor atua como facilitador, provocando o aluno a formular hipóteses e avançar.

A introdução de uma visão para a qual muitas escolas e professores não estavam preparados gerou muita confusão, especialmente pela falsa ideia de que o professor nunca deveria intervir. "Resultou disso que as crianças acabavam não tendo nenhum contato com regras até uma idade avançada", diz a educadora Claudia Tricate, da Escola Mágico de Oz, em São Paulo. "Parecia que tudo iria se reorganizar magicamente, sem a intervenção de um interlocutor competente, ou seja, o professor",acrescenta Claudia Siqueira, diretora do Colégio Sidarta, em São Paulo.

Não foi bem o que se viu. Então, deve-se ou não corrigir os erros das crianças na fase de alfabetização? De forma geral, a resposta é sim, desde que sejam respeitados critérios, entre eles o de que as normas cobradas tenham sido ensinadas anteriormente. De nada adianta lascar a caneta vermelha para corrigir "caza"se as crianças ainda estão aprendendo sobre os sons idênticos de algumas letras. "Não se trata de relevar ou não a escrita correta, mas de permitir que as crianças façam determinadas aprendizagens que são, de fato, hierarquicamente prévias", explica Andréa Luize.

Outra questão é como será a intervenção do professor para corrigir o erro. Nas visões mais contemporâneas da educação, em que se busca um ensino que faça sentido para a vida do aluno, é importante que o aprendizado do idioma partilhe dessa filosofia. O aluno deve ter a oportunidade de se autocorrigir, compreendendo as características do texto que produz e a necessidade de se adequar a diferentes normas. "Exercitar tempos verbais em listas de frases ou em conjugações isoladas, como ‘eu canto, tu cantas’, não faz com que as crianças aprendam sobre a função dos verbos e o uso que podem fazer deles para escrever melhor",diz a pesquisadora Andréa Luize.

A família pode ajudar? Sempre. Mas é preciso conter a ansiedade comum dos adultos de passar a borracha em tudo, o que a educadora Mônica Padroni, da Escola Projeto Vida, em São Paulo, chama de visão higienista do texto - e que pode afetar até a autoestima de uma criança em processo de alfabetização.

Ler para escrever bem

Em vez de se tranquilizar ao ver que os filhos sabem usar o ss ou o ç, os pais precisam observar se a escola é capaz de produzir crianças e jovens capazes de aprimorar a forma como expõem ideias e pensamentos na linguagem escrita. "Esse é o grande problema na educação brasileira", afirma Gisele Gama Andrade, pesquisadora e consultora do Ministério da Educação que coordenou por anos a correção de redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Segundo Gisele, a maioria dos textos dos alunos brasileiros não consegue expressar um ponto de vista. Para quem pensa que se trata de um problema da escola pública, ela conta sua experiência na banca do Instituto Rio Branco, que forma os futuros diplomatas.

" Também lá se pode ver que os argumentos apresentados pelos alunos em seus textos são repetitivos, comuns e fracos", diz. Isso decorre, em parte, da precariedade do trabalho de produção de textos na escola. "O que normalmente se vê é uma atividade a ser realizada em uma aula de 50 minutos, com orientação rasteira e critérios de correção obscuros. Escrever exige planejamento", observa João Hilton Sayeg de Siqueira, doutor em educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Mas o maior desafio para as escolas ainda é o de formar cidadãos com hábitos sólidos de leitura. "A pessoa que lê com frequência se torna mais apta a enfrentar os desafios do mundo contemporâneo e a dialogar com eles. Em nossa sociedade letrada, ler é questão de sobrevivência", considera Luiz Prazeres. A leitura também formará cidadãos mais aptos a escrever melhor e a conhecer as normas da língua. Nessa missão, a escola esbarra na concorrência de uma era de predomínio das imagens e na dificuldade de se aproximar do cotidiano de crianças e jovens. Estratégias como perguntar o que a história quer dizer tornam a leitura uma tarefa aborrecida e afastam os jovens de um prazer que quase todos eles tinham quando crianças.

Nesse quesito, a participação dos pais é fundamental. Por que não visitar a biblioteca escolar e ver se é um espaço criativo? Ao mesmo tempo, é preciso abrir oportunidades para as crianças, como passeios a livrarias, leituras conjuntas e outros estímulos que envolvam o prazer do texto. Aqui, gibis são leituras tão válidas quanto os clássicos: o principal é criar um ambiente convidativo, seja na escola, seja em casa, e nunca perder de vista o potencial do texto como universo sem fronteiras para a imaginação.

Reflexão


Mensagem do dia










Para você sorrir...
Sorrir  para você...
Sorrir para o outro ...
Sorrir  para a vida.
Sorrir para você poder  ver melhor o caminho...
olhar para uma  flor...sentir seu perfume... ver sua delicadeza e perfeição...
sentir a grama molhada sob seus pés...
notar a transparência da água.
Para você avaliar a imensidão do infinito...mesmo sem poder entendê-lo;
Para ouvir o som dos pássaros que voam e  não voltam mais;
Para você ouvir o silêncio... sentir a solidão... voar com sua imaginação.
Para começar uma canção... para viver uma lembrança...
Para apertar a mão de alguém, conquistar um amigo, ou um coração.
Para sentir a responsabilidade pesar em seus ombros...a tristeza da derrota... a amargura da incerteza... o gelo da solidão... a ansiedade da espera... a marca da decepção...
 ...e a alegria da vitória.... 

Num minuto você pode amar... buscar... compartilhar... perdoar... esperar... crer... vencer e ser...
Num simples minuto você pode salvar a sua vida... ou outra vida...
você pode incentivar alguém...
você pode desanimá-la e levá-la ao fundo do poço!
Ou pode transformá-la em alguém melhor...

Basta um minuto para você recomeçar a reconstrução de um lar...
ou de uma vida...
de sua vida....
de outra vida....

Para você fazer feliz um filho...
um amor que o tempo sufocou...
um aluno...
um professor...
um semelhante...
um desconhecido.
Basta apenas um minuto para você entender que a eternidade é feita de MINUTOS e que um minuto pode durar uma eternidade.


Retirado e adaptado  da página de Luiz Gama



domingo, 26 de abril de 2015

Boa noite


Não deixe para amanhã

NÃO DEIXE PARA AMANHÃ

 


Amanhã pode ser muito tarde
Para você dizer que ama,
Para você dizer que perdoa,
Para você dizer que desculpa
Para você dizer
Que quer tentar de novo...
Amanhã pode ser muito tarde

Para você dizer que ama,
Para você dizer que perdoa,
Para você dizer que desculpa,
Para você dizer  que quer tentar de novo...
Amanhã pode ser muito tarde


Para você pedir perdão,
Para você dizer:
- Desculpe-me, o erro meu meu...

O seu amor, amanhã, pode ser inútil:
O seu perdão, amanhã pode já não ser preciso:
A sua volta, amanhã pode já não ser esperada:
A sua carta, amanhã pode já não ser lida:
O seu carinho, amanhã pode já não ser mais necessário:
O seu abraço, amanhã pode já não encontrar outros braços...

Porque amanhã pode ser muito tarde...muito tarde!
Não deixe pra amanhã para dizer:
          - Eu amo você!
      - Estou com saudades de você!
            - Perdoe-me!
       - Desculpe-me!
    - Esta flor é para você!
       - Você está muito bem!


Não deixe para amanhã....
o seu sorriso...  o seu abraço...
o seu carinho ... o seu trabalho...
o seu sonho...a sua ajuda...
 Não deixe para amanhã para perguntar:
- Por que está triste?
- O que você tem?
- Ei!...venha cá ...vamos conversar...
- Cadê seu sorriso?
- Ainda tenho chance?
- Já percebeu que existo?
- Porque não começamos de novo?
- Estou com você.
- Sabe que pode contar comigo?
- Cadê seus sonhos?
- Onde está sua garra?




Lembre-se:
Amanhã pode ser tarde... muito tarde!
Procure...vá atrás...insista...
Tente mais uma vez!

Só o hoje é definitivo!
... Amanhã pode ser tarde demais!!!!
!


Artesanato para festas em casa- palitos para petiscos

Palitinhos decorados para petiscos


 



  No meu aniversário fiz palitinhos diferentes para decorar e servir os petiscos


                    
                  Foi um sucesso!!

Além de rápido,fácil,dão um toque especial na arrumação da mesa.
 Material

Palito de dente

Miçangas de formas e tamanhos variados, tipo cristal,pérolas,contas,l flores,laços,etc

Cola (pode ser aquela branca,de isopor,ou quente)



Pingue a cola na ponta do palito onde será colocada a peça escolhida.
Se quiser poderá usar dois ou mais tipos,
combinando cores e formas.


Podem ser usadas também para aniversário de criança, mudando só as peças a serem coladas.
(Se quiser pode cobrir o palito com papel crepom)

 Agora é só fazer.... e esperar o SUCESSO!!!!

Receita para um lanche especial

Enroladinho de pão de forma



 Enroladinho de pão de forma com salsicha ou falso sushi

                                                         
Você poderá usar:  
4 fatias de pão de forma, sem casca (na horizontal),ou 8 fatias de pão de forna comum (sem casca)
                                              2 colheres de requeijão ou cream cheese
                                                       2 colheres de maionese
                                               1 pimentão verde em fatias
                               1 pimentão vermelho ou amarelo em fatias (opcional)
                              Ameixas sem caroço, ou uma geleia de sua preferência
                                               4 tomates cerejas cortados em tiras
                                         4 salsichas (tipo viena) aferventada , ou kani

Modo de fazer:
Sobre a fatia de pão de forma espalhe  o requeijão com a maionese, ou o cream cheese com a maionese (previamente misturados)
Distribua a salsicha ou o kani, o pimentão, as ameixas e os tomates, deixando um espaço entre eles sobre o creme já passado no pão.
Enrole o pão como rocambole, fixando bem e embrulhe em filme plástico ou papel manteiga, ou papel alumínio.
Leve para gelar.
Na hora de servir, corte em fatias de mais ou menos 2 dedos e arrume-os em tábuas de frios, bandejas, ou  como preferir, sempre usando sua criatividade e bom gosto.


Dicas:
1º - O pão de forma deve estar bem fresco.
2º - Ao enrolar, vá comprimindo de forma delicada o rolinho,assim ele ficará compacto.
3º - Poderá usar como recheio só a maionese,só o cream cheese ou  só o requeijão, que servirá de base para manter os rolinhos bem fechados.
4º - Deixe os rolinhos na geladeira por mais ou menos 2 horas, antes de cortá-los.Use uma faca de serra,ou uma bem afiada.

5º - Se quiser poderá passar gergelim nos enroladinhos já cortados,mas antes passe cada um deles na maionese,para fixar no pão.
Bom apetite!!!